segunda-feira, 3 de junho de 2013
Bertrand Russell, in "A Conquista da Felicidade"
sábado, 11 de maio de 2013
terça-feira, 7 de maio de 2013
O Amor
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Controlo da Alma, por Marco Aurélio (121-180)
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| Peace by Grenkey |
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Fear
sábado, 27 de outubro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
amor e sofá
Café da manhã
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Acordar
"Eu adoro todas as coisas E o meu coração é um albergue aberto toda a noite.
Tenho pela vida um interesse ávido
Que busca compreendê-la sentindo-a muito.
Amo tudo, animo tudo, empresto humanidade a tudo,
Aos homens e às pedras, às almas e às máquinas,
Para aumentar com isso a minha personalidade.
Pertenço a tudo para pertencer cada vez mais a mim próprio
E a minha ambição era trazer o universo ao colo
Como uma criança a quem a ama beija.
Eu amo todas as coisas, umas mais do que as outras,
Não nenhuma mais do que outra, mas sempre mais as que estou vendo
Do que as que vi ou verei.
Nada para mim é tão belo como o movimento e as sensações.
A vida é uma grande feira e tudo são barracas e saltimbancos.
Penso nisto, enterneço-me mas não sossego nunca. "
Álvaro de Campos
terça-feira, 22 de maio de 2012
...
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
The "we" word

"we" are living in...
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
CXI por Filipe Nunes Vicente

domingo, 4 de dezembro de 2011
( )

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
senhora....
sexta-feira, 24 de junho de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011

quinta-feira, 18 de novembro de 2010
ovo-amor
Abri a janela da alma e da casa-habitat onde existo agora. Abri-a, para que pudesse escrever. Abria-a para que a alma tenha espaço. Quero sentir-me branca, neutra e transparente. Quero a memória que imortaliza o amor e desejo um momento límpido e crepuscular para escrever. Divina inspiração ou musa concreta, ouço damien rice e amote. Amo-te. Isto é de facto muito claro para mim. As noites passadas procurando apenas enraizar-me nesse espaço que te pertencia. Uma tangente á paixão consumada numa fome que alimenta a jornada dos dias. Ainda não sei desses dias. Talvez que não tenham de facto existido para mim. Como explicar então a amnésia dos pormenores do quotidiano desse tempo, se a única coisa que me lembro é de ti? Eras tu a nascer
Estás comigo hoje. Desde aquela noite em que os meus lábios tocaram os teus sem que eu tivesse comando de mim. Assim, um roçar, um pequeno roçar…o culminar da música, das palavras que trocámos e que nem sequer recordo, do palco que inventámos sapatear, do voo das mãos
Assim, beijei-te de novo. Retribuíste. Senti então a tua língua na confusão dos sentidos, no turbilhão do desejo de ti e passei rente ao céu, ao infinito, ao éden. Estávamos
Amo-te. Isto é muito claro para mim.








